Divinópolis encerra 2017 com saldo positivo de contratações


Publicado em 29 de Janeiro de 2018. - Atualizado em 29 de Janeiro de 2018 às 14:54.

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Ao contrário do Brasil, Divinópolis gerou mais postos de empregos formais em 2017, segundo Ministério do Trabalho.

Divulgada lista das 10 funções que mais foram contratadas em 2017, os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados no dia 26 de janeiro, pelo Ministério do Trabalho. O levantamento aponta dados de contratações dividindo-os  por setores, gêneros e cor da pele, um retrato da realidade vivida em 2017.

 

As funções que mais demitiram no ano passado foram as de pedreiro, supervisor administrativo e gerente administrativo. O ano encerrou com o saldo negativo, foram fechados mais de 14.656.731 postos de trabalhos, superando o número de contratações que encerrou 2017 com 14.635.899 contratações com carteira assinada. É o terceiro ano consecutivo que o país registra queda nas contratações, em 2015 foram fechados 1,53 milhão de vagas, em 2016 foram 1,32 milhão. 2017 se mostrou um ano atípico, trazendo boas mudanças levando a crer em uma nova realidade, demitimos menos e isso mostra uma reação da indústria e comércio brasileiro, mostrando que os investidores têm mais confiança na hora investir em seus negócios.

 

Dos 20 mil postos de empregos criados em 2017, um quarto dessas vagas correspondem a contratações intermitentes, modalidade nova que foi criada com a Reforma Trabalhista.

 

 

Veja as 10 ocupações que lideraram a geração de empregos formais em 2017:


Alimentador de linha de produção: 90.279 postos


Faxineiro: 34.337 postos


Atendente de lojas e mercados: 26.949 postos


Embalador à mão: 26.642 postos


Auxiliar de escritório: 23.251 postos


Repositor de mercadorias: 21.487 postos


Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas: 20.693 postos


Auxiliar nos serviços de alimentação: 18.772 postos


Recepcionista: 18.193 postos


Atendente de lanchonete: 16.851 postos


Veja as 10 ocupações que mais fecharam vagas em 2017:


Pedreiro: -31.818 postos


Supervisor administrativo: -26.983 postos


Gerente administrativo: -22.826 postos


Vigilante: -17.115 postos


Gerente de loja e supermercado: -12.966 postos


Gerente comercial: -12.134 postos


Mestre de obras: -10.916 postos


Cozinheiro geral: -10.857 postos


Motorista de carro de passeio: -9.878 postos


Gerente de vendas: -9.198 postos

 

 

Levantamento do MT também aponta dados por sexo e escolaridade

 

O levantamento aponta dados por gênero, em 2017 foram criados 21.694 postos de empregos formais para homens, ao passo que para mulheres registraram queda de 42.526 postos de trabalho. Dura realidade que tem assustado muitas pessoas, principalmente as mulheres, cujo as quais são as mais afetadas, como mostram os números.

 

Quando se fala em nível de escolaridade, quem possui ensino médio completo e ensino superior sai na frente. Em 2017 foram criados 302.946 postos de emprego formais para candidatos com ensino médio completo e 35.406 para ensino superior, ao passo que para quem possui ensino superior incompleto foram criados 24,201 postos de emprego formais. O saldo negativo se concentrou principalmente em quem tem o ensino fundamental incompleto com o fechamento de 188.877 postos de trabalho, seguido por quem possui ensino fundamental incompleto, com queda de 139.456 e de quem possui ensino médio incompleto, com 56.163 postos fechados.

 

O levantamento aponta disparidades ao seccionar a pesquisa por cor, liderando o ranking de contratações temos as pessoas pardas com 59.639 vagas, seguidas pelos pessoas negras ou pretas com 30.654 postos de trabalhos criados. Já as pessoas brancas perderam espaço no mercado, foram fechados 322.669 vagas de empregos formais, assim como amarelos e indígenas que perderam cerca de 12.093 e 2.225 postos de empregos, respectivamente. Ainda segundo o Ministério do Trabalho, mais de 225.662 pessoas optaram por não classificar sua cor.

 

Existe uma tendência que esse cenário de contratações se reverta em 2018, a economia ainda se mostra aquecida e existem vários incentivos para que o mercado comece o ano de forma auspiciosa. Muitos setores têm se mostrado promissores, expandido cada vez mais seus negócios e, por consequência, contratando mais pessoas.

 

Divinópolis gera mais empregos em 2017

 

Na contramão do país, Divinópolis encerrou 2017 com números positivos. Segundo o CAGED, foram criados mais de 24.460 postos de trabalhos formais, entretanto, foram desligados cerca de 23.959 pessoas, número muito próximo ao de contratações, resultando na criação de  501 postos de trabalhos formais. Ao contrário dos anos anteriores (2016 e 2015) que terminaram com saldo negativo de contratações, 2017 encerrou com saldo positivo, impugnando algumas expectativas.

 

O setores que mais contrataram na cidade foram: Vendedor de Comércio Varejista com 2.407 contratações, seguidos por Servente de Obras com 1.269 e Auxiliar de Administrativo com 1.251 postos de trabalho. As funções que menos contrataram em 2017 foram Cronoanalista, Atleta Profissional de Futebol e Professor Leigo do Ensino Fundamental, essas funções acumularam respectivamente 1 contratação ao longo de todo o período.

 

Divinópolis é uma das cidades que mais crescem no estado e uma das que mais criaram postos de empregos em 2017. Nesse ritmo, 2018 promete ser um ano ainda melhor, em se tratando de ser um polo comercial que é referência na região, a economia deverá crescer ainda e gerar mais empregos, já que um setor acaba impulsionando o outro, progredindo assim o saldo de contratações como um todo.  

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